Perdendo a virgindade

Eu sempre tive muito tesão por outros garotos, mas não tinha coragem e nem oportunidade de me revelar. Eu, na realidade, gostava de garotos e garotas. Um dia, meu tio ia levar sua família para passar uns dias no sítio da sogra, em uma cidade do interior de São Paulo, e eu fui convidado a ir junto com eles.

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Chegando lá, fui apresentado para todos, inclusive um rapaz de uns 18 anos, irmão da minha tia. O seu nome era Lúcio. Ele era um cara simples, morador da roça, quieto e todo envergonhado. Ele morava sozinho numa casinha de barro e sapê, bem simples, ao lado da casa dos seus pais. Como eu era da mesma faixa etária que ele, me colocaram para dormir em sua casa, para eu ficar mais a vontade.

No primeiro dia, tudo foi meio esquisito, mas no final, fomos a um lago próximo para tomarmos banho antes do jantar e da hora de dormir. Isso bem antes de escurecer. Fomos eu e o Lúcio, pois os demais já tinham ido lá mais cedo. No local fiquei meio constrangido, mas tirei a roupa. O Lúcio também ficou, mas eu insisti e ele acabou tomando banho nu.

Eu não resisti, uma pica de uns 18 x 7 centímetros, linda! Confesso que quase caí de boca, mas me contive. Fomos tomar banho e inventei de atravessar o lago a nado, fazendo uma pequena disputa com o Lúcio. Ele topou e eu acabei perdendo três travessias, mas isso só ajudou a liberar a timidez do rapaz, então eu fui me encostando nele. Puxei a velha conversa sobre namorada, de ir em algum puteiro na cidade, e ele acabou se abrindo comigo.

Ele comentou que ia muito na zona e tinha até uma mulher que fazia mais barato pra ele por lá. Nessa ocasião vi o seu pau ficar duro, e deu pra imaginar o quão grande era, aí aproveitei e toquei na conversa de comer cu, e ele disse que ela não dava, mas que ele morria de vontade. Na hora me deu vontade de virar a bunda e pedir pra ele comer ali mesmo, mas tinha que criar um entrosamento primeiro.

Voltamos pra casa dele conversando ainda sobre sexo, sempre com mulheres. Colocamos roupas limpas e fomos jantar. Ficamos meia hora conversando com todos e nos retiramos para deitar, a casa dele era pequena, só tinha uma cama, e Lucio, bem solto comigo, perguntou se eu queria dormir com ele na cama, ou se queria que ele arrumasse uns panos para eu deitar no chão. A vontade que tive foi de falar que queria dormir embaixo dele, mas respondi que gostaria de dormir nos pés da cama. Na hora só pensei na madrugada, quando eu poderia passar a mão naquele pinto enorme, dependendo do tesão e do sono profundo dele.

Já deitados na cama, começamos a falar de sexo novamente, aí falei na cara dura:

-Vamos bater punheta!

Ele aceitou na hora, parece que já esperava por isso, aí começamos cada um a alisar a própria pica e eu acabei perguntando se as mulheres batiam punheta pra ele. Ele respondeu que não, eu insisti na conversa e comentei que não tinha coisa mais gostosa do que alguém bater uma punheta para o outro, e ele concordou comigo, respondendo que sabia disso.

Perguntei:

-Como você sabe?

Foi aí que ele me disse que no bairro do sítio onde ele mora, tinha um viadinho que de vez em quando aparecia por lá, batia punheta pra ele e depois dava o cuzinho. Isso foi a senha que eu precisava pra tomar iniciativa, então comentei que o pau dele era enorme, já fui pegando e acariciando, deixando ele sem qualquer reação, aí pensei que eu devo ter cara de viado e não percebo. Aproveitei, cai de boca e chupei muito aquele caralho. Como eu era virgem do cu, falei pra ele como deveríamos fazer. Ele sem cerimônia, pegou uma xícara com manteiga, lambuzou o paulzão e o meu cu e com paciência meteu e deixou meu cu todo estourado depois de transar comigo por mais de uma hora e me dar muito prazer.

Eu fazia de tudo para ele demorar para gozar, e quando o gozo foi chegando, eu pedi pra ele deixar eu beber sua porra e ele me deu. De madrugada acordei meio dolorido, fui ao quintal dar uma mijada, pois o banheiro era lá fora, e quando retornei para o quarto, ele estava acordado e de pau duro novamente. O safado mandou eu deitar no canto da parece e começou a me encochar e esfregar seu pau no meio do meu cu, mas sem penetrar, aí eu me virei e apertei meu rosto contra o dele, comecei a beija-lo de língua, foi sensacional!

Ele ficou com tanto tesão que me comeu de novo. Já no dia seguinte, ele foi fazer as tarefas do sítio, que eram de sua responsabilidade, e eu fui acompanhar. Ficamos longe do pessoal por muito tempo, mas nada rolou, apenas conversamos sobre nossa noite e rimos muito. Fiquei lá por quatro dias e todos os dias, em várias ocasiões, rolou muito carinho, sexo, beijos, punhetas e tudo o mais. Eu e minha família fomos embora, e depois de uns quatro meses, ele apareceu na casa da irmã e pediu para me avisar.

Quando cheguei em casa minha mãe me deu o recado, fui a pé busca-lo, e o trouxe para dormir aqui em casa, onde ele passou oito dias. Daí em diante, voltei algumas vezes no sítio dele e ele veio muitas vezes para minha casa. Até hoje, passado muito tempo, a gente se encontra e fazemos sexo dois ou três dias sem parar, e eu acho que até hoje ninguém desconfia de nada, mas não tenho certeza.

Hoje ele está casado, tem três filhos e continua morando no sítio. Eu também me casei, tenho uma filha, trabalho como servidor público em um bom cargo de alto nível, mas nunca quero esquecer ou perder as chupadas que dei naquela pica maravilhosa que me iniciou a dar o cu.

3 meses ago

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