minha iniciação lésbica

Eu estava com 14 anos. Era ligeiramente gordinha, mas nunca me preocupei com isso. Na verdade, sentia-me até que atraente para os rapazes que costumeiramente tentavam aproximar-se. Foi uma época feliz…

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Esta história começa quando descobri uma coleção de revistas e fotografias eróticas de meu irmão mais velho. Por acaso as descobri, sem a intenção de explorar seus pertences particulares. Contudo, na sua ausência, nunca deixei de conferir o seu acervo, muito menos as novidades, uma vez que, como constatei, ele sempre trazia novidades.


Meus seios estavam já relativamente despontados, meus pêlos pubianos idem, e meus quadris começavam a se definir. Por conseguinte, a sexualidade tornou-se a grande curiosidade para mim e minhas amigas, como é comum aos adolescentes, sejam eles homem ou mulher.


O fato central dessa história aconteceu no dia em que selecionei algumas fotos de meu irmão para levar à escola e mostrar para algumas amigas. Eram fotos picantes, de sexo explícito, sexo grupal, anal, dupla e tripla penetração, ejaculação bucal e facial, coisas que viraram a minha cabeça e de minhas amigas. Muitas vezes, dependendo da foto, só de roçar as coxas conseguia facilmente um orgasmo.


Reuni algumas pouquíssimas amigas próximas para curtirmos as delícias proporcionadas pelas fotos. Fomos para um canto discreto, porém não escondido, do pátio. Coloquei as fotografias de permeio às páginas de uma revista voltada para garotas adolescentes, daquelas que possuem aqueles testes de personalidade, enquetes, fotos com os atores e cantores mais bonitos, artigos sobre sexualidade adolescente e coisas do gênero. Fiz isso para não dar na vista, sendo que as expressões de entusiasmo minhas e de minhas amigas ao ver as fotos poderiam ser interpretadas como estar olhando para a foto de um cantor gostosão, caso alguém estivesse prestando atenção.


Mas não foi bem assim…


Após o intervalo, uma das professoras responsáveis pela administração e disciplina da escola, D. Cíntia, mandou um funcionário chamar-me na sala de aula, com a ordem para eu dirigir-se à sua sala com todo meu material. Todos estranharam, pois eu era uma aluna que nunca havia tido problemas de disciplina, ou de aproveitamento. Envergonhada e sem entender, cumpri a ordem.


Chegando na sala dos professores, D. Cíntia mandou o funcionário ocupar-se de outros afazeres, já que queria ter uma conversa particular comigo. Eu estava ansiosa e gelada de medo, sem entender nada, uma vez que não tinha reclamações de professores quanto ao meu comportamento, nem notas baixas.


D. Cíntia, após despedir-se do funcionário, trancou a porta e, sem dizer nada, pediu minha mochila. Esvaziou a mesma sobre a mesa e foi direto na revistinha dentro da qual eu havia escondido as fotos eróticas. Pensei que eu iria desmaiar, tremia, e começou a me dar uma vontade tremenda de chorar.


D. Cíntia sentou-se calmamente diante de mim, já tendo retirado as fotos da revista. Silenciosa, dedicou longos minutos a analise minuciosa de cada uma delas. Minhas lágrimas já estavam escorrendo, e eu estava me sentindo como um condenado à cadeira elétrica aguardando a execução da sentença. Aqueles minutos que demoravam a passar, a face sem expressões de D. Cíntia, e, principalmente, aquele silêncio, configuravam uma verdadeira tortura para mim.


D. Cíntia resolveu falar… falou o esperado… “mesmo de longe, percebi um entusiasmo incomum por esta revista que vi você guardando na mochila… uma aluna de tão boa índole, uma das melhores da escola decepcionando com uma atitude tão baixa dessas” etc. etc. etc…, sem despregar os olhos por um só minuto das fotos, ordenadamente espalhadas sobre a mesa.


Focou seus olhos nos meus então… silêncio… (neste momento eu pensei que ia ter uma parada cardíaca). E disse: “que faço eu então? Suspender, expulsar, advertir por escrito… nenhum desses castigos compensariam seus atos querida… mas, como você tem muito boa índole, creio que posso resolver isso aqui, sem comunicar sua família (vocês não imaginam o alívio que isso me causou).


Apontou um sofá e mandou: “fique de quatro!”. Prontamente obedeci. Levantou a saia plissada azul-marinho do meu uniforme, e baixou minha calcinha rosa de algodão… Eu estava morrendo de medo… Percebi que ela explorou com os olhos minha bunda e minha genitália, dados os minutos silenciosos que ela dedicou antes de iniciar o serviço. Não ousava olhar para trás.


Repentinamente senti como que uma brasa em minha bunda, três golpes bem dados com uma grande e dura régua de madeira grossa e pesada. Chorei, mas não gritei. Ela falou: deite-se agora, vou passar uma pomada para retirar essas marcas, não quero que seus pais percebam.


Ela começou a passar delicadamente a pomada… Pediu para que eu abrisse mais as pernas… Foi quando senti suas duas mãos fartando-se nos dois lados de minha bunda, e sua língua começou a fazer cóceguinhas, penetrando com a pontinha o meu cu, mexendo rapidinho. Fiquei apavorada, mas… Confesso que foi impossível ficar parada. Comecei a corresponder às suas carícias, rebolando e roçando minha bunda em seu rosto fungante…

Olhei para trás… Ela estava de olhos fechados, com o rosto todo suado…


A coisa mudou de figura… Ela implorou: “pelo amor de Deus, beije-me…” não hesitei: nossos lábios colaram, as línguas se entrecruzaram, nos abraçamos e ternamente reproduzimos por cerca de dez minutos um beijo cinematográfico. Confessou então que há muito tempo estava apaixonada por mim, e que se masturbava várias vezes ao dia fantasiando comigo. Lembrei que, quase em todas as aulas de educação física ela estava presente, e que nunca deixou de ir ao vestiário quando as garotas (inclusive eu) estávamos no banho.


Ela propôs: “vamos para outro lugar, um lugar mais íntimo?” Com um largo sorriso, fiz com a cabeça que sim. Recolhemos todas as coisas e rapidamente fomos para a sala de educação física. “Todos estarão em aula pelas próximas duas horas, e a sala não será usada”. Passamos rapidamente pelo pátio deserto e, atravessando a quadra, finalmente chegamos à sala. Ela entrou, trancou a porta, tomou o cuidado de fechar todas as cortinas, espalhou tatâmis pelo chão e rapidamente tirou toda a roupa…


Minhas lágrimas e temor transformaram-se em largos sorrisos. Ela falou que adorava exibir-se. Era uma senhora com idade para ser minha mãe, aparentava mais de cinqüenta. Era bem gorda, creio que tinha mais de 100 kg. Sua bunda e seus seios eram simplesmente descomunais Olhando nos meus olhos, começou a pular, balançando os peitos, oferecendo-os em bandeja para mim (eu lhes dava beijinhos, linguadinhas e chupadelas nos bicos).


Virava, rebolava e arreganhava a bunda, mostrando o cu e a genitália. Em retribuição, é claro, penetrei-lhe com a língua, depois com o dedo, no cu, na boceta, primeiro um dedo, depois dois, chegando a três. Ela gemia, rebolava e pedia mais. Fiquei admirada como sua boceta era peluda: pelos espessos, grossos e fartos, difícil identificar a racha. Compridos (cerca de dois a três dedos) e um pouco grisalhos.


Ai ela virou e disse: “você não vai tirar a roupa para mim?” Estava tão empolgada com ela que me esqueci disso. Mais que rapidamente tirei a roupa. Fui coberta de beijos até que ela começou a masturbar-me com a língua. Estava adorando, mas propus uma breve interrupção: “vamos fazer um 69?”Abocanhamos nossas bocetas e gozamos rapidamente.


Vamos roçar nossas bocetas, ralar as bolachas, colar o velcro, disse ela rindo… Engatamos e eu abocanhei o dedão do pé dela como se fosse uma gostosa pica, chupando e linguando. Fui retribuída… Gozamos várias vezes.


Foi tudo muito gostoso. Ao terminarmos, propus que trocássemos nossas calcinhas como lembrança. A minha era rosinha, de algodão, e a dela de renda branca florida. Esfregamos bastante as calcinhas em nossas bocetas molhadas para ficarem impregnadas com nosso cheiro (até hoje guardo esta calcinha e, de vez em quando, visto-a para excitar-me e masturbar-me).


Vestimo-nos. Ela me conduziu de volta para a sala, disse para todos que eu havia sido escolhida para uma pesquisa educacional justamente por eu ser uma excelente aluna, por isso havia sido retirada da sala. Mas ficou com as fotos, o que me preocupou, já que teria de coloca-las nas coisas de meu irmão, para que ele não percebesse nada.


Na saída, de longe ela fez um gesto para que eu fosse à sua sala. Lá, ela devolveu-me as fotos e disse: “guarde isso e não mais as traga para a escola… a não ser que queira voltar para a sala de educação física…” Sorri, apanhei as fotos, escondi na mochila, beijei-a na boca e saí.


Depois de tudo isso, noutro dia ela convidou-me para ir à sua casa. Lá, é claro, transamos, e ela disse que deveríamos evitar a sala de educação física, pois em qualquer coisa que fizéssemos na escola havia o risco de sermos descobertas. Mostrou-me outra coleção de fotos, muito mais pesadas que as que eu levei.


Um mês depois, já havíamos transado em várias ocasiões, ela apresentou-me seu marido. Ele me desvirginizou pouco tempo depois, e fui iniciada no sexo anal. Com um consolo de dupla ponta, nós três fazíamos dupla penetração. Achava engraçado nos dias em que seu marido queria fazer o papel de mulher.


Namoramos até o final do colegial. Neste período, tive alguns namoradinhos, mas ninguém, nunca, desconfiou de nada. D. Cíntia, por sua vez, tinha alguns casos, todos com mulheres, inclusive com uma servente da escola. Nunca tive ciúmes, já que eu era a predileta, e houve ocasiões que participei de festinhas com várias delas. Era delicioso, eu adolescente no centro de várias lésbicas coroas.


Mudei com minha família para outro Estado, e nunca mais vi D. Cíntia.


Hoje, que estou com a idade de D. Cíntia quando a conheci, sinto-me uma bissexual preponderantemente lésbica muito feliz. D. Cíntia foi inesquecível, tenho muitas saudades dela, saudades que procuro matar com a doce lembrança de sua calcinha de renda branca florida

3 meses ago

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